Confira reportagem e entrevista da Campanha de Valorização Profissional na área da Agronomia

 

Esclarecimentos sobre o controle do uso dos agrotóxicos e a responsabilidade técnica profissional dos engenheiros agrônomos foi o tema da primeira reportagem da série editorial da campanha de valorização profissional do CREA-SC “O futuro se constrói agora”, veiculada no SBT Meio dia nesta terça-feira, 8.10. A matéria teve a participação do engenheiro agrônomo Fernando Bauer, Coordenador da Câmara Especializada de Agronomia no CREA-SC e professor da Universidade Federal de Santa Catarina. “Temos inúmeros desafios, como o emprego da biologia molecular para o melhoramento genético, novas tecnologias  desenvolvidas em engenharia pura e  também em  engenharia da informação, todas ferramentas de gestão para que possamos qualificar melhor os produtores rurais na aplicação destes produtos, quando necessário”, declarou o conselheiro. Acesse o material aqui e confira neste link o VT geral e os mapas de veiculação da campanha institucional, que segue até dezembro.

 

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Live no Facebook – A reportagem do SBT teve continuação e live na Fanpage da emissora, com a participação do engenheiro agrônomo Matheus Fraga, conselheiro do CREA-SC e Gestor da Divisão de Fiscalização de Insumos Agrícolas Cidasc – Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina, além da interação de diversos participantes que enviaram perguntas.   Ele falou sobre a importância da atuação dos engenheiros agrônomos para a correta utilização e emprego dos agrotóxicos pelos agricultores, e, quando da falta desta orientação, dos transtornos causados para a saúde dos consumidores e dos próprios produtores com as intoxicações no seu dia a dia.

O engenheiro explicou ainda como ocorre a fiscalização da Cidasc, que monitora o universo de 180 mil propriedades rurais no estado e sobre o programa Alimento sem Risco do Ministério Público,  que tem a participação do CREA-SC da Companhia , visando fiscalizar a sanidade de alimentos e coibir desconformidades decorrentes de resíduos de agrotóxicos e de outros contaminantes químicos, biológicos e físicos em vegetais carnes, derivados e também na água comercializada em envazes.  Segundo o programa, o índice inconformidades é de 15%. “Estamos buscando ideal de chegar aos índices de países desenvolvidos, em torno de 6 ou 7%”, disse o conselheiro Matheus Fraga.

 

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