Aditivo da obra da Hercílio Luz é apresentado para comissão de acompanhamento

 

A comissão de acompanhamento das obras da ponte Hercílio Luz, da qual o CREA-SC faz parte,  reuniu-se  no dia 9.05 com o presidente do Deinfra, engenheiro Paulo França, e o engenheiro fiscal da obra, Wenceslau Diotallevy. A reunião aconteceu no canteiro de obras da ponte Hercílio Luz, com a presença do presidente do CREA-SC, Eng. Agr. Ari Geraldo Neumann, do ex-presidente, Eng. Civil e de Seg. do Trab. Carlos Alberto Kita Xavier, do presidente da ACE-SC, Eng. Civil Carlos Koyti Nakazima e também do engenheiro Carlos Bastos Abraham, vice-presidente do Senge-SC e da FNE, além dos responsáveis da Teixeira Duarte e da RMG Engenharia, que faz a supervisão. A pauta da reunião foi a apresentação de todos os itens que contemplaram o novo aditivo, com a demonstração de todas as peças e equipamentos utilizados durante que não constaram da planilha do orçamento.

Numa obra tão complexa como essa, os projetistas orçaram todos os elementos construtivos, mas o que mais pesou no aditivo foi o reequilíbrio financeiro devido à interrupção por cinco meses, decorrente do atraso com a morosidade das desapropriações dos terrenos embaixo da ponte. Outro fator preponderante foram as trocas das transversinas e as longarinas nas duas cabeceiras da Hercílio Luz, sendo que somente esses dois fatores consumiram em torno de R$ 18 milhões.

Com relação ao cronograma, além do fator político, onde o governo estadual deve se empenhar pela liberação desses recursos junto ao BNDES, existe um entrave de nova desapropriação no lado da ilha, justamente na fase delicada da obra do bloco de reforço do maciço de ancoragem, que também está atrasando a continuidade dos trabalhos.

No dia 23.05 haverá uma outra reunião, com o presidente do Deinfra e o fiscal da obra, onde será feita a análise do avanço dos trabalhos.

Atuação do CREA – Desde sua interdição em 1982, o CREA-SC tem se envolvido na discussão posicionando-se favorável à recuperação integral da Ponte Hercílio Luz e a sua devolução ao pleno uso da população do Estado, seja para a utilização de pedestres ou de veículos pequenos.

 Juntamente com as entidades de classe, universidades e empresas do setor tecnológico, o Conselho tem participado de eventos sobre o tema e contribuído significativamente para enriquecer o debate, sugerindo medidas e cobrando ações por parte do poder público.

Fonte: SENGE-SC

 

 

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