Revisão do marco regulatório e do modelo do setor elétrico na pauta da CCEEE

Funcionário da Eletrobras/Eletrosul desde 1978, o engenheiro eletricista é o novo coordenador da Coordenadoria Nacional de Câmaras Especializadas de Engenharia Elétrica (CCEEE). A indicação chega após sua gestão à frente da Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas (ABEE). Ele também já havia dirigido o braço catarinense da entidade, além do Sindicato dos Engenheiros no Estado de Santa Catarina (Senge-SC). E também havia sido coordenador nacional das Comissões de Ética dos Creas.

 

Com participação em vários estudos sobre temas como aproveitamentos hidroenergéticos e energias alternativas e grupos de trabalho sobre desenvolvimento de tecnologia e mercados alternativos, o catarinense é formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – onde atua no colegiado do curso de Engenharia Elétrica. Latrônico tem especialização em Operação de Sistemas Hidrotérmicos pela Coordenação de Pós-Graduação em Engenharia (Coppe) do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A seguir, ele descreve as metas de suas atividades à frente da CCEEE em 2019.

 

José Antônio Latrônico Filho ao lado da coordenadora adjunta Adriana Rabelo
José Antônio Latrônico Filho ao lado da coordenadora adjunta Adriana Rabelo

 

Confea: Entre os assuntos tratados pela Câmara, qual o senhor acha que precisa de um olhar mais urgente e apurado?


José Antônio Latrônico Filho: 
Na primeira reunião do ano, que ocorreu durante o 8º Encontro de Líderes, foi discutido com todos os Coordenadores Regionais, um plano de ação para o exercício de 2019. Como destaque temos a revisão do marco regulatório e do modelo do setor elétrico que já está em curso no Congresso Nacional, e sobre o qual o Sistema Confea/Crea tem que se posicionar, no menor espaço de tempo. Caso contrário, perderá a oportunidade de apresentar seu entendimento técnico sobre importante matéria. Outra questão a ser dada prioridade pela Câmara é quanto ao avanço do Sistema de Ensino a Distância – EaD, na área tecnológica. Muito se reclama, mas ainda não foi apresentada uma resposta concreta para o Sistema se posicionar quando demandado. Entendo que essa prioridade deveria estar em todas as Câmaras Especializadas do Sistema. É de fundamental relevância conhecer o que não pode ser ministrado a distância na área tecnológica para então sair a campo defendendo uma posição segura da melhor educação para o Brasil, em nossas áreas.

 

Clique aqui e confira a entrevista na integra no site do Confea.