Mesa redonda virtual: A inserção das mulheres na área tecnológica

A atuação das profissionais no setor tecnológico traz um histórico de superações, grandes exemplos, quebra de estereótipos e conquistas para a engenharia, áreas afins e, sobretudo, para a sociedade. São inúmeros casos de sucesso e referências no Brasil e no mundo. E seguem os dilemas genuínos comuns às mulheres e às carreiras técnicas, muitas delas ainda consideradas tipicamente “masculinas”: a busca pela equiparidade salarial e nos contratos, a reafirmação da competência profissional, evitar o acúmulo das jornadas de trabalho, a necessidade do uso de Epi’s e instalações adequadas, uma maior representatividade nas entidades classistas, melhorias e avanços na legislação, entre diversos outros. Esses desafios transformam e motivam o dia a dia de todas as mulheres desbravadoras que buscam a igualdade de direitos e o reconhecimento profissional.
No CREA-SC houve um aumento de 39% de registros de profissionais mulheres de 2016 para 2017. Hoje são 8.926 registros ativos – 13,5%, num universo de 66 mil profissionais.
Dados do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) apontam que apenas 16% dos profissionais registrados são mulheres. Por outro lado, aumenta o número de mulheres nas universidades, fato que não se reflete na inserção do mercado de trabalho.
Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher e as conquistas no setor tecnológico, o CREA-SC convidou algumas profissionais, entre elas atuais e ex-conselheiras, que falam de questões como o posicionamento no mercado, empoderamento feminino e desafios para o futuro. O Conselho parabeniza às profissionais, colaboradoras e a todas as mulheres pelo seu dia!
Eng. Sanitarista, Amb. e Civil Roberta Maas dos Anjos
1ª Vice-Presidente CREA-SC
Presidente da ABENC-SC (Associação Brasileira de Engenheiros Civis em Santa Catarina)
Vice-presidente da ABES-SC (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e ambiental)
Chefe da Divisão de Convênios Internacionais da CASAN
Eng. Agrônoma Angela Cristina Paviani
 Conselheira e Coordenadora Adjunta da Câmara Especializada de Agronomia do CREA-SC – CEAGRO, Coordenadora da Comissão de Tomada de Contas, participa da Comissão Especial do Crea Jr.  Atua como secretária da Associação dos Engenheiros Agrônomos da Região de Caçador – AEAC. Tecnóloga em Horticultura pela UnC, em 2004, graduada em Agronomia pela UNISUL em 2009, Pós-Graduada em Licenciamento Ambiental pela UNIARP em 2011, Mestre em Ciências do Solo pela UFPR, em 2018.  Atuou na área de Agronomia com ênfase em desenvolvimento de mercado e assistência técnica.  É professora na Universidade Alto Vale do Rio do Peixe, Uniarp de Caçador e doutoranda em Ciências do Solo e Engenharia Agrícola pela UFPR.
Eng. Agrônoma Lucilene de Abreu
Conselheira da Câmara Especializada de Agronomia do CREA-SC – CEAGRO Especialista em Docência no Ensino Superior
Mestre em Agronomia
Doutora em Recursos Genéticos Vegetais
Docente do curso de Agronomia da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó) desde 1995.
Eng. Química Fernanda Meybom Machado
Engenheira Química pela UFSC, Sommelière de Cervejas, Mestre em Estilos e Avaliação de Cervejas pelo Siebel Institute of Technology de Chicago – EUA.
Especialista em Docência no Ensino Superior pela ULBRA/RS. Assessora Técnica do CREA-SC onde atua na área de ensino da engenharia. Idealizadora do Concurso Engenheiro Cervejeiro do CREA-SC. Colunista online da Revista da Cerveja na Coluna Profissão Cerveja e Professora da Escola Superior de Cerveja e Malte. Ministra cursos e palestras na área de cervejas, além de atuar como sommelière em consultorias, eventos de degustação/harmonização e concursos de cervejas. Jurada em Concursos Nacionais e Internacionais de Cerveja. Hobby favorito é cozinhar com cervejas e suas receitas são publicadas no Blog Comer, Beber e Harmonizar.
Geóloga Ana Paula Rodrigues Lopes Simm 
Geóloga pela Universidade Federal do Paraná – 2004 e mestrado em Geotecnia, na Universidade de São Paulo finalizado em 2007.
Servidora Pública da Agência de Regulação de Serviços Públicos de Santa Catarina (ARESC), trabalhando em Sistemas de Informação Geográficas e Geotecnia de taludes circunscritos aos reservatórios de água. Foi professora do curso de Geologia da UFSC e é autora livro intitulado “Mapeamento do potencial de instabilização de taludes rodoviários usando SIG e seções geológico-geotécnicas de campo com aplicação na rodovia SP-310” da editora biblioteca 24 horas.
Eng. Agrônoma Rosicler Maria Vanti
Engenheira Agrônoma pela Universidade Federal de Pelotas, Mestre em Ciência e Tecnologia de Sementes e especialista em Produção de Sementes de Arroz Irrigado pela mesma Universidade.  Diretora Executiva e Responsável Técnica por Agroás Agronomia Ltda. Integra o quadro técnico da Cooperativa Agropecuária de Tubarão. Conselheira do CREA/SC (2010-2015). Coordenadora da Comissão de Ética Profissional do CREA-SC (2013 e 2014). Coordenadora da Coordenadoria Nacional de Comissões de Ética dos Creas (2014).
Eng. Mecânica e de Seg. do Trabalho Sandra Aparecida Ascari
Especialização em Perícias e Avaliações
Funcionária Pública
Coordenadora Nacional dos Coordenadores de Câmara Industrial dos CREas  e Coordenadora da Câmara Especializada no CREA, em 2014.
Ex-Presidente da AEAAVRP – Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos do Vale do Rio do Peixe.
Coordenadora Regional do CDER – Colégio de Entidades Regionais.
Que avaliação que você faz da atuação das profissionais mulheres na área tecnológica hoje?
Roberta – Cada vez mais o mercado está abrindo espaço às mulheres. Se observarmos as últimas turmas de formandos de engenharia, há equilíbrio no número de profissionais homens e mulheres.
Angela – Avalio de maneira positiva, com crescente atuação das mulheres neste segmento profissional, pois tradicionalmente, por razões históricas e culturais, os trabalhos voltados a esta área não eram atrativos, sendo vistos como restritos e de difícil atuação. Contudo, as mulheres estão cada vez mais conquistando seu espaço em pequenas e grandes empresas, desenvolvendo atividades que exigem alta tecnologia e muito conhecimento, se mostrando excelentes profissionais, sendo bem recebidas e respeitadas profissionalmente. O desafio de trabalhar neste ramo é grande já que é uma área em constante mudança, que exige muito estudo, dedicação e aprimoramento contínuo, avançando na direção da maior qualificação profissional, especialmente nos setores das engenharias. Por natureza as mulheres possuem garra e otimismo, sempre vencendo obstáculos e quebrando barreiras, sua determinação tem mostrado a força para as mudanças que nos são apresentadas hoje.
Lucilene – Nos dias atuais as mulheres inserem-se cada vez mais na área tecnológica e acredito que uma das razões é ser uma área que exige cuidados com os detalhes, com as particularidades, seja em um ambiente de empresa, campo, ensino, etc… As mulheres trazem em suas experiências desde a infância, essa capacidade do cuidado, que segundo Leonardo Boff, em seu Livro “Saber Cuidar”, apresenta a origem do homem e o significado do cuidado e afirma que a essência do ser humano é o saber cuidar. Eu acredito que as mulheres trazem aos ambientes de trabalho esse cuidado com o planeta terra e com os outros, e estes cuidados estão sendo sentidos, percebidos e cada vez mais necessitados nas áreas tecnológicas e também nas demais áreas.
Fernanda – As mulheres ainda são minoria na área tecnológica. Claro que o número de mulheres na engenharia e na ciência tem aumentado nos últimos anos, mas ainda sofremos preconceito e discriminação. A área tecnológica é considerada como masculina e este é um estereótipo muito difícil de ser quebrado. É cultural. E na verdade não existe isso. As mulheres podem ter afinidades com qualquer área e devemos passar este conceito desde a infância. Essa separação do que é “de menino” ou “de menina” pode desencorajar mulheres a buscarem o que realmente gostariam de trabalhar.
Sandra – O interesse pela área tecnológica por parte das mulheres tem aumentado na ultima década em todo o país, basta observar o ingresso nos cursos de engenharia em geral. Quebraram-se os tabus de que engenharia é coisa para homem. A ampla área de atuação tornou-se atrativa e competitiva, e as mulheres entraram neste mercado provando sua capacidade técnica e intelectual frente ao desafio de trabalhar em um meio predominantemente masculino. Ainda somos em menor número, mas já existem cursos em que a procura equivale a dos homens como engenharia civil por exemplo.
Ana Paula – Apesar de ainda ser um mercado composto em grande parte por homens, a atuação das profissionais mulheres vem crescendo na área da Geologia e elas atuam com a mesma competência e dedicação dos profissionais do sexo masculino neste mercado.
Rosicler – As atividades na área tecnológica são essencialmente intelectuais. Homens e mulheres tem idêntica capacidade e compartilham o mesmo conhecimento. Atualmente o mercado de trabalho está mais aberto. Ainda há restrições, mas longe do que foi praticado no século passado, quando a discriminação de gênero era adotada (e até formalmente em alguns casos). A persistência das mulheres aprimora seus resultados exitosos e empregadores não preconceituosos mudaram aquela realidade. O universo feminino expandiu seus limites e, atualmente, as mulheres exercem atividades profissionais nas mais diversas áreas, incluindo a tecnológica.
Na sua opinião, qual o maior desafio em ser mulher neste século?
Roberta – Na minha vida profissional, observo várias mulheres assumindo cargos importantes na engenharia e outras áreas. Mas um grande desafio continua sendo conciliar o sucesso e a carreira técnica com a maternidade. A legislação trabalhista brasileira e a cultura retrógrada de muitas empresas ainda dificulta a contratação das profissionais.
Angela – As mulheres começaram a ocupar um novo espaço, buscando o reconhecimento e o respeito às diferenças naturalmente existentes, igualdade de condições em todas as esferas da vida profissional, política, pública e privada, mas sabemos que não se pode superar, do dia para a noite, restrições profissionais que impuseram às mulheres. É nítido que estas mudanças existem e se consolidam com a crescente atuação das mulheres nos mais diversos setores, aliadas a sua competência de desempenhar vários papéis ao mesmo tempo, como as responsabilidades domésticas, sem perder seus dons naturais “maternais” ou de proteção, sua doçura e feminilidade.
É continuamente desafiador desenvolver atividades que antes eram de domínio totalmente masculino, tendo a cada dia que provar suas habilidades e superar as expectativas, pois na busca pela igualdade em muitas ocasiões o trabalho somente é reconhecido se desenvolvido com maior eficácia.
Lucilene – As mulheres do século XXI encontram não somente um, mas uma série de desafios em ser mulher, com destaque para comprovar sua eficiência profissional, sem a necessidade de abdicar de família, filhos, lazer, etc… As mulheres também têm o grande desafio de tomar consciência que não precisam estar provando à sociedade 24 horas por dia suas habilidades e competências, e especialmente os rótulos sociais impostos. Ao contrário, elas devem fazer aquilo em que acreditam como ser humano: ter ou não filhos, casar ou não, ser dona de casa, ser uma profissional, enfim, ser dona de sua vida! E para isso, acredito que as mulheres devem buscar manter o equilíbrio, a saúde e estarem sempre bem consigo mesmas, para assim poderem realizar todas as atividades com prazer e sucesso, independente das avaliações sociais, e tendo a consciência que o lugar da mulher é em todos os lugares!
Fernanda – O maior desafio da mulher é quebrar paradigmas e enfrentar os desafios que ainda são impostos na área tecnológica para seguir com sua carreira. Estes desafios vão desde a dificuldade em arrumar um estágio, como sempre escuto em minhas palestras essa reclamação, ao fato de terem que estudar mais e batalhar mais para comprovarem sua capacidade. Além ainda das diferenças salariais.
Sandra – Creio que ainda seja vencer alguns preconceitos e de entrar no mercado de trabalho tendo oportunidade de mostrar sua competência e ser reconhecida. Para vencer isso, muito estudo e conhecimento, capacidade e vontade de aprender para obter seu espaço profissional. Outro desafio é a participação e representação feminina efetiva junto aos órgãos classistas, entidades e da própria política. Somos capazes e temos que buscar nosso espaço e voz para que possamos contribuir com o nosso sistema e com a nossa sociedade… Vou citar um exemplo: fui a primeira mulher a coordenar a Câmara Industrial do Crea-SC e a Câmara Nacional do Confea em mais de 60 anos do Sistema Confea/Crea/Mutua. Temos que buscar e dar os primeiros passos… Foi difícil e desafiador, mas gratificante e engrandecedor, uma experiência profissional única.
Ana Paula – O maior desafio em ser mulher neste século é a questão da jornada tripla de trabalho: o emprego, os afazeres domésticos e as crianças exigem uma organização do nosso tempo e uma priorização de nossas atividades.
Rosicler – Entendo como desafio as oportunidades de crescimento e melhorias. As inovações tecnológicas e a informação avançam em uma velocidade vertiginosa, torna-se então um desafio, compatibilizar com maestria todas as atividades cotidianas da vida feminina, a família, o trabalho e o lazer todas adequadamente atualizadas.
Qual a importância da questão da igualdade de gênero/ empoderamento feminino nos dias atuais?
Roberta – Hoje temos mulheres de personalidade e posicionamentos firmes.
O mito da fragilidade feminina não tem sido percebido dentro da engenharia. As mulheres devem ser tratadas profissionalmente de forma igual, inclusive nas tarefas (seja em obra ou escritório).
Angela – Empoderamento feminino é a consciência coletiva, expressada por ações para fortalecer as mulheres e desenvolver a equidade de gênero. É um passo importante no mercado de trabalho, serve para quebrar os paradigmas que restringiam as mulheres à determinadas áreas de atuação como educação ou saúde, sendo estas ocupações tidas como ideais. Com cada vez mais mulheres inseridas no mercado de trabalho em diversas áreas de atuação, independentes, com voz ativa na sociedade e tomando decisões importantes, não quer dizer que as desigualdades deixaram de existir, porém de forma mais amena.
 Apesar do reconhecimento da competência, de seus investimentos e de sua atuação segundo padrões, elas continuam sendo mulheres, portanto diferentes, explicando a dificuldade de aceitação de muitos. Notadamente as mulheres possuem habilidades diferenciadas, como por exemplo, lidar com o cliente, e ao mesmo tempo, possui alta capacitação técnica, facilidade de expressão e adaptação, o que prova que a mulher é um importante colaboradora em todos os segmentos da sociedade. Homens e mulheres, comprovadamente possuem capacidade para desempenhar qualquer atividade em qualquer segmento profissional, é inadmissível que na atualidade ainda se dê importância a padrões impostos secularmente.
Lucilene – Segundo os dados estatísticos somos aproximadamente 51% da população brasileira, portanto, parece inegável a necessidade de garantir igualdade de gênero, empoderamento das mulheres, e continuarmos em busca de melhorias para a vida das mulheres no Brasil e no mundo. Estas melhorias devem passar pelo Estado brasileiro, que precisa assumir esse papel e oferecer serviços básicos que garantam as mulheres profissionais, mães, donas de casa, chefes de famílias: creche, educação integral, transporte escolar, mais de uma refeição aos filhos nas escolas, ou seja, organizar políticas públicas de cuidado, para que as mulheres não precisem ser sobrecarregadas, em duplas ou triplas jornadas, sem nenhuma estrutura estatal.  A iniciativa privada também pode e deve colaborar: maior flexibilização de carga horária, promoção da igualdade em cargos e salários, entre outras iniciativas. E o mais importante: medidas legislativas federais que garantam que essas mudanças sejam legalizadas por força de lei.
Fernanda – Empoderamento feminino é muito importante pois leva o diálogo e a informação as pessoas. Ajuda as mulheres no que diz respeito à redução do preconceito. Demonstra que não pode ser mais aceitável o machismo. E fortalece a igualdade de gêneros. Nós, mulheres, não queremos excluir ou nos sobrepor aos homens, nós apenas queremos direitos e oportunidades iguais.
Sandra – Contribui para a livre concorrência e competitividade no mercado de trabalho, buscando gerar oportunidades para ambos… Apesar de ainda ocorrer diferenças salariais e de carreira em algumas funções técnicas. O empoderamento trouxe uma mudança de comportamento da sociedade e força à consciência feminina, para mostrar e provar sua capacidade e competência, sem abrir mão de sua identidade, anseios e da própria feminilidade…A busca do seu valor, reconhecimento e ascensão profissional sem distinção de sexo.
Ana Paula  – A igualdade de gênero e o empoderamento feminino são muito importantes pois é necessário que os homens compreendam estas diversas tarefas que nós realizamos todos os dias e procurem exercer uma divisão das tarefas, para que não se tenha uma sobrecarga em nenhum dos lados.
Rosicler – A contribuição para a sociedade. Acredito que a conscientização, a inclusão, a capacidade de participar e de realizar, por si mesmo, as mudanças necessárias para evoluir e se fortalecer, a ausência de restrições externas, a autossuficiência e a emancipação tornam as pessoas seguras e felizes. É o empoderamento.  Pessoas seguras, felizes e criativas contribuem mais, interagem melhor, vivem de forma plena com seus valores. Maior contribuição, melhores resultados. Ganha a coletividade, o ambiente, as atividades econômicas e todos nós; homens e mulheres.
Quais seus principais projetos para o ano de 2018, na área profissional?
Roberta – Este ano assumi um cargo importante na engenharia de Santa Catarina. Minha grande meta é corresponder de forma positiva ao anseio dos profissionais catarinenses, independente de gênero, pois, na minha opinião, não deve existir diferença e distanciamento.
Angela – Dar continuidade as atividades desenvolvidas junto ao Crea-SC, colaborar de maneira efetiva nas ações a serem realizadas pela Associação dos Engenheiros Agrônomos da Região de Caçador, AEAC, buscando capacitação técnica e atualização profissional para os associados. Investir em qualificação profissional através da participação de congressos, palestras, dias de campo e atividades afins, publicar artigos científicos relativos às pesquisas desenvolvidas na cultura do Alho Livre de Vírus, dar continuidade ao doutorado, ministrar novas disciplinas no curso de graduação em Agronomia na Universidade Alto Vale do Rio do Peixe, UNIARP bem como inserir nos acadêmicos desta instituição nas atividades desenvolvidas pelo Crea Jr.
Lucilene – Continuidade e aprimoramento de pesquisas e atividades de extensão em minhas atividades com abelhas (Apicultura) e, procurando gerar resultados e divulgá-los junto aos apicultores do oeste catarinense; e o mais importante: buscar ferramentas, enquanto professora universitária, para aprimorar o desafio diário que é a responsabilidade na formação de jovens adultos na carreira escolhida por eles: agronomia.
Fernanda – Estudar! Quero fazer pesquisa, mestrado, na área de cervejas e escrever um livro sobre este assunto. Me dedicar ainda mais a ciência e ao ensino da engenharia!
 Sandra Ascari – Concluir minha 4ª especialização técnica e realizar intercâmbio.
Ana Paula Lopes – A expansão da visibilidade da ferramenta desenvolvida por mim (SIGARESC) para outras agências em território nacional e crescimento na carreira dentro da Agencia Reguladora.
Rosicler – O principal projeto é sempre o sucesso e o crescimento sustentável dos clientes atendidos por nossa empresa. Para tanto, buscamos constantemente a inovação e o aperfeiçoamento embasados no conhecimento técnico-científico e na ética. Este projeto integra todos os demais; são as pequenas ações e metas formuladas e reformuladas quase que diariamente frente às novas oportunidades.