Empreendedorismo: Confira como foi o painel do SC que da Certo em Araranguá

Evento ocorreu nesta quinta, 7 de junho, no auditório da Unisul, com representantes da Kalline – Couro e Tradição, Maria Cereja e Center Shopping Araranguá.

 

O quarto painel do SC que dá Certo 2018 aconteceu nesta quinta, 7.06 em Araranguá, no Sul de Santa Catarina, trazendo novas e inspiradoras histórias de empreendedorismo: o diretor de criação da Kalline – Couro e Tradição, Eduardo Rizzotto, co-fundadora da Maria Cereja, Alice Coelho, e o presidente do Center Shopping Araranguá, Nivaldo Rizzotto. O evento ocorreu no auditório da Unisul – campus Araranguá e foi aberto pelo inspetor da regional do Crea-SC, Eng. Sanitarista e Ambiental Rômulo Bitencourt. O inspetor Engenheiro Agrônomo Eder Dal Toé também estava presente. Assista aqui ao VT do painel na íntegra.

O projeto SC que Dá Certo é do Grupo NSC, com apoio do CREA-SC, da Federação das Cooperativas Agropecuárias de Santa Catarina (Fecoagro), Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) e do Serviço Social do Comércio (Sesc). O Eng. Sanitarista e Ambiental Romulo Tadeu Bitencourt, inspetor do CREA-SC em Araranguá estará fazendo a abertura do painel.

O objetivo do “SC que Dá Certo” é trazer histórias de sucesso que podem inspirar outros catarinenses e, assim, os empresários convidados vão compartilhar suas trajetórias e também estratégias para destacarem nas suas áreas e enfrentar os desafios da economia. A mediação é do apresentador do NSC Notícias, Fabian Londero, e o público também pode enviar perguntas aos painelistas.

A série de painéis já passou este ano por Palhoça, Brusque e São Bento do Sul, eventos que podem ser assistidos na íntegra na página especial do G1 Santa Catarina. Depois de Araranguá, o projeto segue com painéis em em Joaçaba (19/06) e São Miguel do Oeste (03/07).

Veja aqui todas as informações sobre o painel.

Conheça os painelistas

 

Eduardo Rizzotto

Eduardo Rizzotto é diretor de criação da Kalline – Couro e Tradição, empresa que se tornou referência na fabricação de roupas e acessórios em couro. Fundada em 1990, em Araranguá, inicialmente a marca produzia apenas jaquetas de couro. Depois, inseriu bolsas e acessórios no portfólio e ganhou popularidade na região Sul e em outras localidades.

Atualmente, possui lojas próprias em 7 cidades de três estados, além de representantes comerciais que atuam em Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Pernambuco.

Com foco no design diferenciado, a marca segue expandindo. No ano passado, estreou no São Paulo Fashion Week e planeja novas participações em eventos de moda com visibilidade internacional.

 

Alice Coelho

A empresária Alice Coelho tem tem 29 anos, é formada em design industrial e é responsável pelos setores de criação, comercial e marketing da Maria Cereja, marca de acessórios criada por ela e pela irmã, Aline, em Araranguá. Ainda na adolescência, as duas desenvolveram diversos trabalhos manuais, o que as levou a buscarem especialização na área de design de produto. Em 2007, as duas apostaram investir no que fazia seus olhos brilharem: bijuterias.

Em 2012, a Maria Cereja começou a participar de eventos de moda do segmento e assim chegaram a lojas multimarcas de todo país, além de reunirem milhares de seguidores nas redes sociais.

Em 2016, a Maria Cereja abriu a primeira loja conceito, em Criciúma, e no ano seguinte abriu uma loja online. Neste mês de junho, inauguram ainda um showroom fixo em São Paulo, para atender lojistas de todo país.

 

Nivaldo Rizzotto

Nivaldo Rizzotto é empresário e presidente da associação que administra o Center Shopping Araranguá. O empreendimento começou em 1991, quando um grupo de fabricantes de confecção, entre eles Nivaldo, decidiu se reunir para abrir um espaço que atendesse lojistas e sacoleiras, principalmente do Rio Grande do Sul.

Alguns anos depois, shoppings exclusivamente voltados para o atacado foram construídos às margens da BR 101, e em 2005 o espaço, que se chamava Center Fábricas, deixou de ser atacadista e começou atender consumidores finais. Nascia o Center Shopping, que continuou como uma associação de pequenos lojistas, mesmo após a construção do novo shopping.

Em 2015, o Center Shopping saiu de uma estrutura de 4 mil m² para mais de 20 mil m², passou de 220 funcionários para mais de 500, de 1 restaurante para 12, de 46 lojas para mais de 70, com auditório e salas de cinema.

 

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