Crea e Fetaesc definem encaminhamentos para vistorias a propriedades familiares

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O Coordenador da Câmara de Agronomia do CREA-SC, Eng. Agr. Gilson Gallotti reuniu-se no dia 16.07 com José Walter Dresch, presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura de SC (Fetaesc), para discutir sobre os serviços de fiscalização a propriedades familiares catarinenses. Também estavam presentes o diretor do CREA-SC, Técnico Agropec. Edson de Quadra, o Eng. Civil Paulo Ruaro, Gerente do Departamento de Fiscalização e a Engª Agrônoma Isabelle Nami Regis, Gerente do Departamento Técnico; além do Vice-presidente da Fetaesc, Luiz Sartor e do Assessor de Planejamento da Federação, Irineu Berezanski.  No encontro, os dirigentes definiram os encaminhamentos que serão dados aos procedimentos de fiscalização, cumprindo o que determina a legislação e valorizando a agricultura familiar catarinense.


A fiscalização do CREA-SC é realizada de forma preventiva e orientativa, muitas vezes em parceria com órgãos como o Ministério Público, Fatma e Epagri, orientando os agricultores, que, de acordo com a legislação do Sistema Confea/Creas e o disposto no Manual de Fiscalização de Agronomia, dependendo da atividade realizada, há a necessidade de um profissional habilitado pela mesma, podendo ser um Engenheiro Agrônomo, Técnico Agrícola ou Engenheiro Florestal.


 “Nossa intenção é orientar, para que estas propriedades não fiquem sem assistência técnica, o que é essencial”, comenta o Eng. Gallotti.


A Fetaesc é a favor da regularização das propriedades rurais, desde que a legislação seja válida para todos e que os agricultores sejam devidamente orientados pelos órgãos competentes.
Os representantes decidiram ainda entrar em contato com o Ministério Público para cobrar mais ações no sentido de lembrar aos agricultores a buscarem orientações na Epagri dos municípios e outras entidades, como cooperativas, escritórios particulares de assistência técnica e ONGs, para que não sejam surpreendidos.


“Somos todos a favor de eliminar os agrotóxicos do campo. A ideia é construir um caminho para a segurança alimentar e principalmente a segurança do agricultor”, declara Walter.


Por fim, os dirigentes sugeriram a realização de um seminário estadual envolvendo toda a cadeia produtiva, que deverá acontecer já no final do mês de agosto, para orientação e esclarecimento sobre os procedimentos no uso de agrotóxicos.

 

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