Acessibilidade é discutida na reunião do colégio de presidentes

image_pdf

 

Num país onde 15% da população (Censo 2000) sofre de algum tipo de deficiência, discutir a questão da acessibilidade é mais que necessária para garantir não só o direito Constitucional de ir e vir, mas assegurar a cidadania aos brasileiros. Exatamente por isso os 27 presidentes dos Creas, do Confea, da Mútua, conselheiros federais e coordenador do Colégio de Entidades Nacionais (Cden), iniciaram a programação da 5ª Reunião Ordinária do Colégio de Presidentes (CP) recebendo Marcos Belizário, Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida de São Paulo. A reunião aconteceu em São Paulo de 20 à 22.06. O presidente do CREA-SC, Eng. Agr Raul Zucatto estava presente.

 

“Trabalhamos para atingir um patamar diferenciado de mobilidade inclusiva em virtude do elevado número de pessoas com deficiências físicas, auditivas, visual, intelectual ou múltipla, além daqueles com algum tipo de limitação de mobilidade. Esse universo atinge idosos, gestantes, obesos, crianças ou pessoas com crianças de colo, por isso a cidade de São Paulo – primeira a implantar esse tipo de secretaria – vem empreendendo tantos esforços em busca da inclusão”, afirmou Belizário.

 

Na sua avaliação, uma das dificuldades para o alcance da acessibilidade é o respeito à cidadania. Um exemplo claro, na visão do secretário, é a inobservância, por exemplo, das vagas especiais. “Aqui no Brasil não sofremos muitas consequências. Nem a financeira, talvez por isso tanto desrespeito”, afirmou, ao dar como exemplo os EUA, que aplicam uma multa de U$ 500 dólares para quem estaciona na vaga de deficiente. “Uma demonstração de respeito ao portador de deficiência”, disse.

 Também estavam na pauta da reunião informes dos grupos de trabalho do Colégio, entre eles os GTs de Fiscalização do Exercício Profissional, Gestão do Sistema e Acompanhamento da Resolução 1010, Copa de 2014 e Assistência Técnica Pública.

0 respostas

Deixe uma resposta

Quer entrar na discussão?
Sinta-se livre para contribuir!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *