PRODUÇÃO ENERGÉTICA PROVENIENTE DO GÁS-NATURAL DO PRÉ-SAL

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PRODUÇÃO ENERGÉTICA PROVENIENTE DO GÁS-NATURAL DO PRÉ-SAL: Geração de energia elétrica em termelétricas a gás natural

ENERGY PRODUCTION FROM NATURAL GAS PRE-SALT: Generation of electricity in power plants to natural gas

 

Guilherme Wanka Imianowsky[1]

Marcus Alberto Walendowsky[2]

 

 

 

RESUMO: É crescente a necessidade de energia elétrica em países como o Brasil, isso deve-se ao crescimento que atinge o país e que se vislumbra para os próximos anos. Quanto mais desenvolvido o país, mais energia é necessária para mantê-lo. Com a descoberta do pré-sal constatou-se uma enorme quantidade de gás natural nestes poços. Devido ao armazenamento ser muito complicado e dispendioso, é necessário que ele seja consumido imediatamente. Em posse destas informações objetivou-se com este artigo a quantificação da empregabilidade deste gás natural na geração de energia elétrica a partir de usinas termelétricas e FPGP (Float Power Generation Plant) e apresentar uma previsão da matriz energética do Brasil nos próximos 20 anos. Tivemos como base de nossa pesquisa, documentos da ANP (Agência Nacional do Petróleo), COMGAS (Companhia de Gás de São Paulo); EPE (Empresa de Pesquisa Energética) e bibliografias.

 

PALAVRAS-CHAVE: Gás Natural. Pré-sal. Energia elétrica. Matriz energética.

 

ABSTRACT: There is a growing need for energy in countries like Brazil, this is due to the growth that has reached and that it is contemplating for the next year. The more developed the country, more energy is needed to keep it. With the discovery of pre-salt was found a huge amount of natural gas in wells. Due to storage is very complicated and expensive, it needs to be consumed immediately. In possession of information aimed to quantify this article with the employability of natural gas in power generation power plants and FPGP (Float Power Generation Plant) and to provide an estimate of the energy matrix of Brazil in the next 20 years. We are building upon our research, documents of the ANP (National Petroleum Agency), EPE (Energy Research Company) and bibliographies.

 

KEYWORDS: Natural Gas. Pre-salt. Electrical energy. Energy matrix.

 

1 INTRODUÇÃO

 

1.1 HISTÓRIA DO GÁS NATURAL NO BRASIL

 

O gás natural no Brasil desenvolveu-se de forma satisfatória no século XIX até a metade do século XX quando entramos nos anos 50 aos anos 90 houve um bloqueio no crescimento e até gerou certo retrocesso. Ao final deste período a distribuição de gás natural ficou compreendida entre Rio de Janeiro e São Paulo.

Em 1851 foi assinado pelo Barão de Mauá, Irineu Evangelista de Souza, o contrato de iluminação a gás do Rio de Janeiro. Com isto criando a CEG, primeiramente sobre o nome de Companhia de Iluminação a Gás e mais tarde denominada Companhia Estadual de Gás (CEG) a qual foi privatizada em julho de 1997 criando a CEG e a Riogas (MONTEIRO; SILVA, 2010).

Por sua vez, São Paulo iniciou em meados de agosto de 1872 quando a São Paulo Gas Company recebeu a autorização do Império para prestação de serviços. (MONTEIRO; SILVA, 2010).

O grande avanço na oferta de gás natural para a região Sul e Sudeste foi a criação do GASBOL o qual teria sua fonte nos poços de gás natural na Bolívia e que seria subsidiado pela Bolívia e pelo Brasil através da Petrobras.

Apesar da injeção no mercado de uma grande quantidade de gás natural com a conclusão do GASBOL a indústria do gás natural não sofreu um crescimento que havia sido vislumbrado, pois o mercado não estava maduro o suficiente para a absorção do excedente de produção. Devido ao contrato firmado com a Bolívia ser de take or pay (pegar ou pagar) e o mercado não estar consumindo a produção esperada, o Brasil teve que tomar medidas imediatas para retornar o capital investido e utilizar a produção de gás comprada diariamente da Bolívia. A ação tomada foi a criação de termelétricas em todo o território nacional.

Nos últimos anos observa-se que se descobrem vários campos de gás natural na camada pré-sal e isso está alavancando ainda mais o interesse por esta fonte de energia. O grande problema é o que fazer com essa produção?

 

Para ler o artigo completo, clique aqui.

 


[1] Acadêmico do curso de Engenharia Civil pelo Centro Universitário de Brusque – UNIFEBE. E-mail: guilhermewanka@unifebe.edu.br

[2] Acadêmico do curso de Engenharia Civil pelo Centro Universitário de Brusque – UNIFEBE. E-mail: marcus.walend@gmail.com

 

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