Ênio Padilha lança Administração de Escritórios de Arquitetura/Engenharia
O livro ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA foi produzido durante 9 anos (entre 2004 e 2012) e contém o resultados de pesquisas e estudos feitos pelo autor, Ênio Padilha, em escritórios de Arquitetura e de Engenharia em todo o Brasil.
Também foram importants o relato de experiências de colegas arquitetos e engenheiros debatidas nos cursos sobre o tema, apresentado em mais de 30 cidades de quase todos os estados brasileiros entre 2005 e 2012.
O livro tem um objetivo nada modesto: dar ao leitor os conhecimentos básicos de Administração para (à partir do zero) fazer o planejamento, a organização, a instalação e a sistematização do seu escritório, obtendo eficiência na gestão e eficácia nas estratégias.
Para isto optou-se por dar ao livro uma seqüência de conteúdo que vai da discussão sobre o Empreendedorismo (primeiro capítulo) até as questões sobre os diferenciais competitivos que levam à Vantagem Competitiva (no último capítulo, sobre Marketing).
Do segundo ao penúltimo capítulo o leitor se encontrará com um panorama geral sobre as Teorias da Administração (desde Taylor e Fayol até os nossos dias), informações (instrucões) para planejar e executar a abertura do escritório, e todas as tarefas, obrigações e responsabilidades do Administrador do Escritório nas quatro grandes áreas da Administração (Produção, Recursos Humanos, Financeiro e Mercado).
A Administração Financeira recebeu uma atenção especial, tendo sido dedicado a ela quatro dos doze capítulos do livro (60 páginas). São tratados, detalhadamente todos os custos de abrir um escritório, mantê-lo em operação e produzir serviços. Também é tratada a questão da remuneração do profissional e como separar as retiradas feitas à título de pro labore, remuneração por serviços técnicos e distribuição de lucros.
Um dos quatro capítulos é dedicado a discutir as formas de precificação mais utilizadas pelos profissionais e apresentar um novo modelo, baseados nos custos do escritório, na produtividade, na expectativa de lucro e também no "Fator K", determinado pelos diferenciais competitivos do escritório.







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