CREA-SC realizou Seminário de Acessibilidade em Florianópolis

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De 18 a 20 de novembro o CREA-SC realizou o 5° Seminário Nacional e 2° Seminário Estadual de Acessibilidade, na Assembléia Legislativa em Florianópolis, com o tema: “O que temos feito na prática?” que contou com a participação de mais de 200 profissionais. Integram também a comissão organizadora o CONFEA, Ministérios Públicos Estadual e Federal, a Assembléia Legislativa de Santa Catarina e a Escola do Legislativo, a Ordem de Advogados do Brasil, a Fundação Catarinense de Educação Especial, a UFSC, a ACAFE, a Federação Catarinense dos Municípios, Secovi, UVESC e as prefeituras de Florianópolis e de São José.


O evento buscou parcerias, estratégias e implementação de políticas públicas e ações concretas, visando a acessibilidade total. Na abertura do seminário foi assinado um termo de cooperação técnica entre o CREA-SC, o Ministério Público e as instituições envolvidas na organização, com objetivo de integrar as atuações de todas as entidades, fixando princípios de ação conjunta para melhor realização das missões institucionais dos celebrantes. Foram ministradas palestras sobre Mobilidade Urbana: programas e fontes de recursos; Percursos Urbanos Acessíveis e Legislação e Fiscalização na área de Acessibilidade.


Confira os resultados do evento no site www.crea-sc.org.br .


Veja aqui a apresentação do fórum de Marco Antônio Pellegrini da Secretaria do Estado de São Paulo dos Diretitos de Pessoas om Deficiência.

 

Normas de Acessibilidade.

 

LEI nº 10098, de 19 de dezembro de 2000.


 

 

CREA e acessibilidade

        

Em novembro do ano passado foi realizada a primeira edição do seminário estadual, com o tema “Formando consciência para a cidadania”. Uma das conclusões foi a necessidade de capacitar e conscientizar profissionais das áreas de engenharia e arquitetura no sentido de projetar e anotar nas ARTs as disposições específicas de acessibilidade, para que haja uma fiscalização mais efetiva.


O CREA-SC prioriza ações na área de acessibilidade, sempre buscando em parceria com órgãos e entidades conscientizar os profissionais e a sociedade neste sentido. Em 2005 foi realizado junto com o Ministério Público e a Universidade Federal de Santa Catarina, um trabalho de vistoria em prédios públicos e logradouros verificando a acessibilidade nas construções. Foram constatadas dificuldades de acesso em 130 secretarias, escolas, delegacias e hospitais na capital e encaminhado relatório da fiscalização ao Ministério Público para providências.


Visando facilitar aos profissionais do sistema o atendimento à legislação que regulamenta e estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção de acessibilidade, o Conselho estabeleceu um código de classificação de atividade técnica, o A0831. Ao anotar esse código na ART o profissional estará assumindo a responsabilidade de que a obra/serviço atende às regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade. Em Santa Catarina, o número de pessoas deficientes ultrapassa 760 mil, segundo o Censo de 2000 divulgado pelo IBGE.

 

 

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