Vertical Smart Cities e CREA-SC alinham estratégias para 2026

Encontro na sede do Conselho reforça parceria institucional e projeta conexões com o CREA Summit, que ocorre de 26 a 28 de março, em Balneário Camboriú
O CREA-SC recebe nesta quarta-feira (11) o primeiro encontro mensal de 2026 da Vertical Smart Cities da ACATE. A reunião marca o início de um novo ciclo de articulação entre empresas de tecnologia, profissionais da engenharia e lideranças do ecossistema de inovação, com foco no desenvolvimento de cidades inteligentes em Santa Catarina.
A pauta inclui apresentação institucional do CREA-SC, detalhamento das modalidades PRO e START e o planejamento estratégico para 2026, além de uma imersão na ferramenta “Focus Map”, conduzida por George Eich (Vinners), voltada ao alinhamento das diretrizes de crescimento da vertical.
Na abertura, o presidente do CREA-SC, Eng. Kita Xavier, deu as boas-vindas e destacou a importância da aproximação entre inovação e engenharia. “A construção de cidades inteligentes passa pelo conhecimento técnico e pela responsabilidade profissional. Essa parceria com a ACATE fortalece o diálogo entre quem desenvolve tecnologia e quem executa a infraestrutura na prática.”
Kita também reforçou o convite para o CREA Summit 2026. “O Summit será um espaço de integração entre profissionais, startups, setor público e lideranças técnicas para debater inovação, sustentabilidade, transformação digital e os desafios da infraestrutura urbana.”
A diretora da Vertical Smart Cities da ACATE, Thais Nahas, destacou os itens da pauta incluindo as oportunidades para as empresas e o planejamento da vertical. “Vamos debater também as vantagens das modalidades PRO e START e organizar nossa agenda estratégica para 2026.”
O chefe de gabinete do CREA-SC e coordenador do CREA Summit 2026, Eng. Felipe Penter, a entrega de um documento às autoridades do Estado durante. “Vamos apresentar um caderno com mais de 300 propostas consolidadas no CEP 2025, voltadas às cidades catarinenses nas áreas de inovação, infraestrutura e desenvolvimento urbano. A ideia é transformar essas contribuições em referência para políticas e projetos no estado.”












