Crea-SC participa do lançamento da Câmara Temática do BIM na Infraestrutura
O evento apresentou resultados e o planejamento para avançar na adoção do BIM na infraestrutura. Os palestrantes reforçaram a importância do setor e de que forma o BIM pode potencializar e acelerar as obras de infraestrutura, vitais para a sociedade. Com a disseminação do BIM, pretendesse melhorar a qualidade dos projetos e a transparência dos orçamentos. Também foi destacado as obras do ministério da infraestrutura com uso do BIM, o termo de cooperação da RECEPETi e o convite para o 3° BIM CREA-SC, que será realizado presencialmente no mês de novembro, em Florianópolis.
Para colaborar com o comitê foram selecionadas as seguintes pautas: Porque utilizar a modalidade pregão em licitação de projetos; Qual a data de apresentação do caderno de padronização para obras de infraestrutura; Porque não utilizar preço e técnica na contratação de projetos em BIM; Quais as ações que estão sendo feitas para apoiar a criação de um capítulo da Building smart no Brasil e assim melhorar uma série de questões relacionadas a interoperabilidade; A criação de uma nota técnica para esclarecer a necessidade de se fazer o diagnóstico de processos, um planejamento de implementação, para somente após isso fazer a aquisição de softwares, evitando aquisições equivocadas e até mesmo desnecessárias; A disseminação do uso do CDE (ambiente comum de dados); Estímulo à concorrência entre as empresas de softwares, evitando a especificação exclusiva de arquivo proprietário, que consequentemente, estimulará preços mais competitivos para o cliente final.
Presidente do CREA-SC destaca movimento vanguardista na adoção do BIM
O presidente do Crea-SC, Eng. Civil e Seg. Trab. Carlos Alberto Kita Xavier participou presencialmente do evento em Brasília, onde falou do movimento vanguardista de Santa Catarina na adoção do BIM através de trabalhos iniciados em 2014, com cadernos de especificação de projetos em BIM e pelas licitações de empreendimentos utilizando a tecnologia pelo Governo do estado. Apresentou também as ações do Conselho , com investimento em eventos e cursos de capacitação, como o BIM CREA-SC que já está na 3ª edição.
“Somos um dos poucos CREAs do Brasil a compatibilizar as planilhas de serviços com o Confea, almejando muito em breve, fornecer para os nossos associados à possibilidade de acervo técnico de serviços em BIM. Estamos atentos às demandas do mercado e a necessidade de capacitação dos nossos profissionais que saem da universidade para o mercado de trabalho precisando ainda de muito preparo no que diz respeito ao BIM e a infraestrutura,” destacou.
Kita apresentou a parceria com a Recepeti – Rede Catarinense de Inovação – que firmou um Termo de Colaboração com o Ministério da Economia para execução de um projeto com foco no aumento da produtividade e competitividade da construção civil, estruturado em nove metas, alinhado com a estratégia BIM Brasil. O coordenador técnico da Recepeti, Eng. Civil Rodrigo Broering Koerich, fez uma breve explanação sobre o projeto.
Estiveram presentes no evento , o senador Wellington Fagundes, presidente da Frenlogi, o ex-deputado federal, Edinho Bez, diretor de Relações Institucionais da Frenlogi, o deputado federal Julio Lopes (PP/RJ), o deputado federal Hildo Rocha (MDB/MA), presidente da Frente Parlamentar do BIM, o presidente da Associação Brasileira de Normas Técnicas, Mario William Esper, o vice-presidente do Instituto Brasil Logística, Tiago Lima, Washington Luke, diretor de engenharia da VALEC e representante do Ministério da Infraestrutura.
Saiba mais
São inúmeros os problemas que impactam o atraso no planejamento, início e conclusão de obras de infraestrutura pelo Brasil e elevam os custos das obras públicas, diminuindo a confiabilidade do país para investimentos privados, tão necessários ao setor de infraestrutura (saneamento, portos, ferrovias, rodovias e outros).
O país precisa avançar na gestão integrada de suas obras, garantindo transparência em todas as etapas, ampliando eficiência, reduzindo custos e aplicando metodologias integradas que permitam os avanços que outros países do mundo já experimentam.









